SENDO ‘DO CONTRA’

Não sei se isso interessa a alguém, mas se algum dia quiserem saber qual o meu esporte favorito, não se assustem quando descobrirem que não é o futebol. Desde mais jovem sempre fui apegado aos esportes diretamente relacionados à impulsão e ao desgaste físico extremo. Meu esporte favorito, acreditem, é o basquetebol. E em segundo, o vôlei, esporte que pratiquei mais, nas ruas encascalhadas desta cidade. Claro, isso já faz um longo tempo pois hoje minha vida é completamente sedentária.

Mas, voltando ao basquete, quero apresentar uma tese que contraria a maioria. Não gosto de Ayrton Senna e nunca fui seu fã. Sempre assistia as corridas dominicais que passavam na Globo e eu torcia mesmo era para o Nelson Piquet.

Pô, o cara foi tricampeão mundial de Formula 1 e ainda assim, nunca teve o reconhecimento popular e da mídia como teve Senna. Isso me deixa desapontado e fez com que eu não curtisse as vitórias daquele que morreu na Curva Tamburello, em 1994.

Sendo assim, também posso dizer que sou, até hoje, fã de um cara que também era brilhante, mas não teve tanta visualidade assim na mídia em épocas de ouro da NBA. O nome dele é Clyde Drexler (foto abaixo), uma fera do basquete mundial e que jogava com uma facilidade extrema. Ele voava e dava shows inesquecíveis. Fora considerado, em algumas temporadas, o MVP (Most Valuable Player ou o Jogador Mais Valioso) mas, ainda assim, vivia à sombra de, nada mais, nada menos, que Michael Jordan, o melhor de todos os tempos.

clyde
Mas, por causa de Drexler, nas finais de 1992, acabei me ligando mais na NBA (que à época era transmitida pela Band) e até hoje sou torcedor do Portland Trail Blazers (imagem abaixo), vice-campeão daquele ano, perdendo o título para o Chicago Bulls, de Jordan.

portland
Agora, dêem uma olhada neste vídeo abaixo e me digam se não justificava a minha torcida por Drexler, um dos integrantes do primeiro Dream Team, que foi às Olimpíadas de Barcelona, em 1992.

Mas espere! Porque eu sou brasileiro e não sou fissurado em futebol assim como a maioria? O futebol não é o esporte nacional? Sim, mas quem disse que eu tenho que ir com a maioria? Torcer eu torço (e feito louco), especialmente pelo Mengão e, em segundo, para a Seleção. No mais, assistam o vídeo abaixo e entendam porque eu curto mesmo é o basquete.

Irado, não? Estamos entendidos?

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