Enquanto isso, na prateleira de algum supermercado desta maravilhosa capital…
Indicado para quem gosta de ph*der com a sujeira.
Rá!
Umes engaja no projeto que derruba monopólio do transporte público da capital
Por este motivo, a classe estudantil optou por manifestar a sua indignação através de faixas, cartazes e panfletos. “A Umes, através desta manifestação, demonstra o seu direito de protestar através do direito democrático da liberdade de expressão.”
* * *
Sem comentários, apenas com imagens…
Desse jeito??? Não, obrigado.
Próximos!
Dias desses finalmente pude perceber, nas esquinas das ruas Rogério Weber com Dom Pedro II, no Centro, essa placa que tem um detalhe um tanto quanto ‘nostálgico’.
Observem:
Se ninguém se tocou ainda, o fato é que a Teleron já foi extinta, se não me engano, há aproximadamente uns 13 anos. Falo isso porque meu primeiro telefone celular foi da Teleron Celular, que hoje em dia é a Vivo de Rondônia.
A Prefeitura fala em ‘revitalização’ do Centro, mas esquece de um detalhe de uma simples placa?
Atualização bem owned por aqui, hein?
Para quem não se lembra, apóstrofo é aquele “risquinho” que serve para suprimir vogais entre duas palavras. Ex: caixa d’água.
A pergunta foi: Qual a função do apóstrofo? E a resposta (imperdível) merece um troféu.

Um verdadeiro gênio, não?
Enquanto isso, em algum lugar do bairro Cidade do Lobo…

Estamos entendidos??!
Recebi, pelo smartphone de um dos meus leitores, as seguintes fotos…

Adequira logo ou fique cem nada!

Ouvi dizer que os mecânicos daí são Plácido Domingos, Zubin Mehta e a estreante Susan Boyle.

Quinheitos vem depois do que vem abaixo…

Quatro Sentos, meu povo. E são em Reas (sem “i” mesmo)!
Um verdadeiro Tucura!
Um representante da empresa que está executando as obras de esgoto e saneamento de Porto Velho viu as placas abaixo e resolveu tirar algumas fotos para tentar entender o suposto protesto da população e ao que se refere.
Até aí tudo bem, mas…

Isso é o que eu chamo de comunicação na língua bem dizida.
Enquanto isso, numa rápida passagem de carro pelo Trevo do Roque, em Porto Velho…

Bom, pelo menos desta vez a culpa não é do governador. Senão seria “Preciza-ci de garção“.
Vocês já viram solenidade ou notícias sobre a reinauguração de uma rampa de entrada de algum estabelecimento? Pois é, aqui em Porto Velho aconteceu, e vejam onde, numa entidade que se diz social, para o bem dos policiais militares e seus dependentes.

Caraka! Mais de R$ 12 mil pra refazer uma simples rampa? Seria culpa “dasuzina“?
E repararam no detalhe de baixo? “Cortesia” da construtora?
Imagina se não fosse…
Enquanto isso, em algum lugar pelo Brasil afora…

Está explicado porque o seu avô não pára em casa aos finais de tarde?